"Greenleaf" (2016)

Fé, escândalos e corrupção!



Série escancara sexo, adultério e corrupção em templo evangélico

A primeira temporada de Greenleaf chamou a atenção nos Estados Unidos ao expor escândalos de uma imponente igreja evangélica, com cenas de sexo e de lavagem de dinheiro dentro de um templo.

A história começa com a protagonista “Grace Greenleaf” (Merle Dandridge) retornando a sua cidade natal para o enterro da irmã “Faith”, que se suicidou. Quando volta para casa, Grace decide que fará justiça pela irmã, desmascarando o tio, “Robert McCready” (Gregory Alan Williams), que, anos atrás, estuprou Faith. Mesmo Grace tendo denunciado o caso à família, ninguém acreditou nela e Faith, com medo, negou o caso. Cabe a personagem, ao longo da temporada, tentar encontrar provas para incriminar o tio.
Já não bastasse escancarar problemas como o abuso sexual, Greenleaf aborda ainda diversos temas atuais sem medo. A corrupção é um deles. O assunto aparece por meio da figura do pai de Grace, o bispo “James” (Keith David), responsável pela igreja Calvário, uma das mais ricas da região, e, que, claro, não conseguiu isso apenas as custas das graças divinas.




Religião, sexualidade, adultério e até a morte de jovens negros por policiais estão entre os assuntos da primeira e da segunda temporada da série, que, além de ser da emissora da Oprah, conta com a apresentadora como produtora-executiva e também no elenco. Ela dá vida a Mavis McCready, a tia de Grace e que terá um papel fundamental na divulgação dos casos de assédio envolvendo o irmão dela, Robert.
Outro ponto importante para chamar atenção em relação à série é o elenco: composto majoritariamente por atores negros, que não estão colocados em um contexto de estereótipo. Muito pelo contrário a família Greenleaf e McCready é extremamente rica, respeitada e manda na região, o que faz com que a série tenha personagens extremamente fortes e com personalidade.
A quarta temporada temporada estreou em 2019 na Netflix!

Fonte: Adriana Izel/Correio Braziliense





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