Corrupção policial, racismo e alcoolismo estão entre os temas da série com forte contexto social e político!
É difícil separar a série de Veena Sud, "Seven Seconds", do seu contexto social e político; da tensão entre a comunidade afro-americana e as forças policiais nos Estados Unidos; da forma como mais de uma vez, polícias matam cidadãos negros com quase total impunidade. Foi neste contexto que surgiu o movimento ativista Black Lives Matter. Daí surge "Seven Seconds", disponível na Netflix.
A produção conta a história de um grupo de pessoas que assiste ao crescimento de uma tensão entre negros e brancos nos Estados Unidos depois que um menino negro é atropelado por um policial branco, mas as coisas se complicam quando os colegas do policial chegam à cena do crime para acobertar tudo, com medo de que aquela situação seja lida como mais um caso de racismo por parte de policiais. Mas não demora muito para que uma assistente da promotoria responsável pelo caso comece a ligar os pontos. Ao longo de seus dez episódios, “Seven Seconds” mostra que, por trás das manchetes da imprensa e das especulações populares, às vezes existe uma família destruída por uma decisão imprudente. Uma família que clama por justiça.
Estrelado pela ganhadora do Emmy, Regina King (”American Crime”) que interpreta “Latrice Butler”, a incansável mãe do jovem morto, e pela atriz britânica, Clare-Hope Ashitey, que faz o importante papel de “KJ Haper”, assistente designada para cuidar do caso do incidente e que pretende acionar o que estiver ao seu alcance para fazer justiça, trabalhando em cooperação com Latrice.
Incomprenssívelmente a produção foi cancelada após a primeira temporada...
Fonte: estacaonerd.com


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